Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.
Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

Emanuel, é uma honra e um enorme prazer, ver esses dois sonetos meus postados aqui no teu blog.Obrigada, meu amigo poeta!!! Grande abraço!!!
ResponderExcluirOlá, Valderez!
ExcluirA honra é toda minha, grande poeta. Os sonetos são lindos... E dizem muito, se acomodam na gente, pela sonoridade, beleza e claro, pelo que dizem.
Grande abraço menina!
Emanuel Galvão