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Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

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 Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

O Lado Quente do Ser (Antônio Cícero / Marina Lima)

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Eu gosto de ser mulher Sonhar arder de amor Desde que sou uma menina De ser feliz ou sofrer Com quem eu faça calor Esse querer me ilumina E eu não quero amor, nada de menos Dispense os jogos desses mais ou menos Pra que pequenos vícios Se o amor são fogos que se acendem sem artifícios Eu já quis ser bailarina São coisas que não esqueço E continuo ainda a sê-la Minha vida me alucina É como um filme que faço Mas faço melhor ainda do que as estrelas Então eu digo amor, chegue mais perto E prove ao certo qual é o meu sabor Ouça meu peito agora Venha compor uma trilha sonora para o amor Eu gosto de ser mulher Que mostra mais o que sente O lado quente do ser Que canta mais docemente