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Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

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 Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

A Borboleta e a Menina! (Zealberto)

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A borboleta amarela veio da rosa pra mim, em minha mão calejada deixou olor do jasmim, um momento comovente que só se vê num jardim. A borboleta e a rosa se confundem na folhagem, uma nasce perfumada, outra parece miragem, uma vive no jardim a outra está de passagem. A menina acompanhou aquela cena tão bela desejando criar asas e sair pela janela beijando todas as flores qual borboleta amarela. Copyright © 2008 By Zealberto All rights reserved Click e veja mais do AUTOR

Democracia (Zealberto de Paulo Jacintho)

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Quando canto o que sofre esse meu povo sem trabalho, sem casa, sem comida, sem direito a dispor da própria vida, com certeza eu muito me comovo e daqui desses versos eu promovo um pedido gritante de protesto: - Não eleja o homem desonesto, mostre que não aceita e não concorda que é o avesso do pano de quem borda é meu canto irritante e manifesto. 'Aproveitei os dois últimos versos de um poema do amigo Emanuel Lopes Ferreira Galvão , transformado-os em mote para esse decassílabo.'

'Viajante perdido pelo mundo...' (Zealberto de Paulo Jacintho)

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Viajante perdido pelo mundo carregando nas malas recheadas os fracassos, as mágoas recalcadas, que fizeram de mim um vagabundo, um molambo qualquer, um moribundo que em vão hoje busca encontrar um alguém que lhe possa dedicar pelo menos um riso de criança, ‘sou apenas um resto de esperança que o tempo esqueceu de carregar’.