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Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

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 Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

Preparação da Manhã (Gonzaga Leão)

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É duro dizer, criança filho do triste operário do sofrido camponês que em vez dos belos brinquedos que te fariam feliz, dar-te-ei canhões fuzis e a noite feita de medo; contar-te-ei em segredo (não histórias pra dormir) que neste imenso país somente o rico é feliz só o rico tem porvir; e contar-te-ei também que o pão que falta em teu prato sobra no prato de alguém; que tua roupa nenhuma não mais serve a quem a tem.

OS NAMORADOS (Gonzaga Leão)

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Primeiro eu os vi na praça mas havia tantos pombos que quando os vi se beijando pensei que a praça arrulhava.

CASA SOMENTE CANTO / CASA SOMENTE PALAVRA (Gonzaga Leão)

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“Eu sei que a casa escutava eu sei que a casa sentia pois quando falava a casa a casa se comovia”    Gonzaga Leão LEÃO, Luiz Gonzaga.  Casa somente canto -  Casa somente palavra.   São Paulo:              Escrituras, 1995.  85 p.  Capa e uma sobrecapa de papel manteiga. Formato             18x13 cm