Pacto Com a Felicidade (Orlando Alves Gomes)

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De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi: Eu hoje vou ser FELIZ ! Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando. Posso desfrutar de todos os recursos da natureza Gratuitamente. Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar. Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores. Vou sorrir mais, sempre que puder. Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades. Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus. Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades ! Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.  Não vou lamentar nem amargar as injustiças. Vou pensar no que posso fazer para  Diminuir seus efeitos. Terei sempre em mente que um minuto passado,  não volta mais, vou viver todos os minutos proveitosamente. Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos, nem com atraso,  lembrando de coisas sobre as quais

BOMBEIRO (Anônimo)




Não há neve nem vento,
Não há calor nem frio,
Não se pode perder tempo
Quando há vidas por um fio.
Do lado de fora do nada,
Um crer infinito se sente,
Troca-se uma boa esplanada,
Quando salvar é urgente.
Oh homens sem medo!
Oh gente destemida e ousada!
Porque vos apontam o dedo
Quando o que recebeis é nada?
Sentem aquele grito lancinante,
Deixam tudo para trás,
Sem vacilar um instante,
Travam sempre batalhas pela paz.
O infortúnio é a sua direcção,
Lá está alguém que nunca deles se lembrou,
É sempre nada o que se perde,
O que importa é o que se ganhou.
O sonho que os invade é servir,
O espírito que os anima é agir,
Não há raças nem credos,
Querem ver alguém sorrir.
Imponente este edifício,
Pequeno o seu poder,
Salvar é dever de “ofício”,
Ainda que tenha de morrer.
Não procuram notoriedade,
No socorro são sempre os primeiros,
Despidos de toda a vaidade,
Estes SERES são BOMBEIROS.

Assinalando a data, um bombeiro, que solicitou o anonimato, presta aqui a sua homenagem, com o poema abaixo publicado, a todos os bombeiros com farda e sem ela, na ativa e os já falecidos.

*texto retirado do blog http://bombeirodedeus.blogs.sapo.pt/




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