Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.
Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

É de arrancar prantos, não tão puro e também nem santo como os de Jesus e o pobre pai chorou...
ResponderExcluirTRISTE, MUITO TRISTE...
ResponderExcluirSEM PALAVRAS- LINDO PARABÉNS.
ResponderExcluirPoema muito chocante, mas de brutal realidade!
ResponderExcluirTriste...porém lindíssimo e com muita realidade.
ResponderExcluirFoi por estes motivos que Charles Darwin em 1859 inumou "deus" com a publicação do Livro "A Origem das Espécies". A vida é uma competição desde a fecundação, os tempos passam, eclode a necessidade da metamorfose intelectual e social, para um dia tudo se acabar, nos transportando ao propedêutico do infinito, ou seja, na transfomação do corpo ora depositado na natureza.
ResponderExcluirÉ a realidade de muitos pais e crianças.
ResponderExcluirAjude uma criança de rua. Existem muitas cartinhas endereçadas ao Papai Noel, só retirar nos correios. Coloque nos lábios de uma criança um sorriso de alegria e esperança.
Feliz Natal
Me emocionei.lindo vou guardar para todo o sempre! Vc foi gigante aldemar paiva
ResponderExcluirSimplesmente, uma pecha do Capitalismo selvagem.
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