Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

Imagem
 Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

Fim do Túnel (Rogério Dias)


Pelo sorriso ocultado
na cola
da criança que pede esmola
em frente ao palácio do imperador


pelo mau cheiro de merda
enfrente a nossa casa
pela nova descoberta
escondida pela NASA

Por qualquer coisa que seja
Pela flor da mussaenda
A luz do fim do túnel
Por favor, alguém acenda!

*TELA DE PLASMA, pg 69

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

O Beijo (Elsa Moreno)

Essa Negra Fulô (Jorge de Lima)

MEUS SECRETOS AMIGOS (Paulo Sant'Ana)

A Reunião dos Bichos (Antônio Francisco)