Timidez - Eu Que Não Sei Falar de Amor (Emanuel Galvão)

Imagem
  Meu corpo deseja teu calor Volúpia que me faz enlouquecer Com fúria e sem nenhum pudor E a certeza de não te esquecer Eu que não sei falar de amor Resolvi escrever para você As flores exalam seu olor Antes que possam fenecer O sol fornece seu calor Antes da noite o esconder  Eu que não sei falar de amor Resolvi escrever para você Talvez haja um pouco de temor Mas preciso então esclarecer Revelar-me parece libertador Senão, sou capaz de padecer Eu que não sei falar de amor Resolvi escrever para você Das paixões sou colecionador Mas você me fez amolecer Com seu jeitinho encantador E beleza que não posso descrever Eu que não sei falar de amor Resolvi escrever para você Escrever é algo desafiador Mas que se pode aprender Amante não tem procurador Ninguém pode substabelecer Eu que não sei falar de amor Resolvi escrever para você Menina te falo com muito ardor Para você jamais me esquecer Ser poeta ou ser um trovador Nem se compara em te satisfazer Eu que não sei falar de amor Resolvi es

O Lado Quente do Ser (Antônio Cícero / Marina Lima)


Eu gosto de ser mulher
Sonhar arder de amor
Desde que sou uma menina
De ser feliz ou sofrer
Com quem eu faça calor
Esse querer me ilumina

E eu não quero amor, nada de menos
Dispense os jogos desses mais ou menos
Pra que pequenos vícios
Se o amor são fogos que se acendem sem artifícios


Eu já quis ser bailarina
São coisas que não esqueço
E continuo ainda a sê-la
Minha vida me alucina
É como um filme que faço
Mas faço melhor ainda do que as estrelas


Então eu digo amor, chegue mais perto
E prove ao certo qual é o meu sabor
Ouça meu peito agora
Venha compor uma trilha sonora para o amor


Eu gosto de ser mulher
Que mostra mais o que sente
O lado quente do ser
Que canta mais docemente
















Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FLOR E A FONTE (Vicente de Carvalho)

Eu não gosto de você, Papai Noel!... (Aldemar Paiva)

Os Votos (Sérgio Jockymann)

Pacto Com a Felicidade (Orlando Alves Gomes)

Reinauguração (Carlos Drummond de Andrade)

Gritaram-me Negra (Victoria Santa Cruz)

Da Calma e do Silêncio (Conceição Evaristo)

MEUS SECRETOS AMIGOS (Paulo Sant'Ana)