Barro Nosso de Cada Dia (Adriana Moraes)



Barro nosso de cada dia...
Seria assim que eu falaria do cotidiano.
Desde que o Criador Supremo
fez Sua obra divina
e com um simples sopro nas narinas
fez vida,
O barro chamou-se poesia.

Da poesia, fez-se carne, fez-se ideias...
fez-se uma oficina.
Despercebida entre as lágrimas,
O suor, os sorrisos e as dores de
todo dia.
Eu, que sou feita de barro
-consequentemente poesia-, me faço em papel,
Que o pintor faz em madeira,
E que todos fazem em seu cotidiano.
Cada um a sua maneira.

Copyright © 2012 by Adriana Moraes

All rights reserved.




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sintaxe À Vontade (Fernando Anitelli)

A Reunião dos Bichos (Antônio Francisco)

Gritaram-me Negra (Victoria Santa Cruz)

A FLOR E A FONTE (Vicente de Carvalho)

Eu não gosto de você, Papai Noel!... (Aldemar Paiva)

Eu Te Desejo (Flávia Wenceslau)

Os Votos (Sérgio Jockymann)