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Mostrando postagens de novembro, 2011

Olhando o Mundo Com Pupilas de Poesia.

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 Apesar dos imprevistos que o cotidiano espalha pelo caminho como pedras súbitas, capazes de nos deter os passos e suspender o fôlego, eu permaneço. Com a mesma coragem indomável, com a ousadia que me acende por dentro, semeio utopias no escuro da terra e confio — há sempre um amanhecer à espera de quem insiste. Escolho olhar o mundo com pupilas de poesia: lentes invisíveis que transfiguram o peso em voo e o caos em constelação. É ela quem me sopra os segredos da magia e me ensina a atravessar abismos sem me perder de mim. Sobretudo nos dias em que o coração arde em silêncio, grita para dentro e nenhuma mão alcança, faço do próprio peito um farol aceso — e sigo, porque a esperança aprende comigo a nunca se apagar. Copyright © 2026 by Adriano Roberto Alves da Silva All rights reserved.

PAPEL RECICLADO DE AMOR E VIDA (TRECHO) (Emanuel Galvão)

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(...) Quando seu coração Como outro qualquer se apaixonar De fato e forma e encanto tentador E não puderes resistir à poesia

ECLIPSE (Emanuel Galvão)

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Sou tímida, sou nua Sou pálida, sou tua Mas que tristeza Teres nascido sol E eu, ao invés de estrela Ter nascido lua.